Muito se questiona a necessidade/busca de pessoas Transgênero fazerem cirurgias para se “adequarem” a um perfil de gênero socialmente estereotipado. Mas já se perguntaram quantas pessoas Cisgênero fazem procedimentos estéticos para não conviverem com um corpo com o qual nunca se identificaram?[1]

Na construção colonial, o Cis é um corpo que, por ser dito o “natural“, pode ser desenhado e redesenhado; pode estar insatisfeito em si e pode buscar uma estética que mais agrade quem o possui. Mas no fundo são corpos profundamente insatisfeitos e inconstantes. Poucas pessoas se questionam do mecanismo sócio-histórico que coloca o corpo Cis como o único válido a ser modificado; mas modificado dentro de um limite.

Tais corpos, muitas vezes, pertencem a pessoas que não se aceitam como são, ou que desejam performances sociopolíticas que extrapolam as condições normalizadas de ser e estar numa sociedade que reconhece e privilegia o binarismo de gênero e de expressão de gênero. E existe uma longa lista de procedimentos autorizados pela sociedade para que se busque essa “adequação”. Procedimentos esses que são estimulados pela mídia e pelo mercado de manipulações cirúrgicas, favorecido pelo sentimento de pertencimento de grupo ou como símbolo de pertencimento a uma imagem desejada; entre outras coisas.

Procedimentos cirúrgicos e não cirúrgicos são realizados no afã de atender aos padrões estéticos. No Brasil, indivíduos voluntariamente se submetem a intervenções como o preenchimento de rugas e aplicação de botox. Segundo dados de 2009, nesse ano foram realizados mais de 2,5 milhões de procedimentos estéticos, cirúrgicos ou não. O Brasil perdeu apenas para os Estados Unidos, que registrou cerca de três milhões de procedimentos […]. Os números, daquilo que se pode chamar de indústria da beleza, mostram sua relevância econômica e são resultado de uma manifestação da vaidade de indivíduos. (Strehlau, Claro & Neto, 2015)[2]

Como podemos observar, pessoas Cis fazem cirurgias plásticas de cunho não emergencial (do ponto de vista da saúde, e muitas vezes elas são feitas voluntariamente; modificam o corpo com elementos artísticos; tomam medicamentos de emagrecimento compulsório; exercitam-se sobremaneira para atingir um perfil físico puramente competitivo; inventam e aderem a dietas em busca do corpo imposto pela ditadura da beleza; fazem harmonização facial; retiram costelas; acrescentam cabelos, etc. Busca-se por um corpo que nunca existiu, vive-se um corpo com o qual não se identificam e, enquanto isso, demonizam o corpo Trans que, assim como o Cis, busca ser quem é. Com o diferencial importante de que apenas um corpo é autorizado a viver: o Cis.

Num país que lidera o ranking de assassinatos de transexuais e travestis por 12 anos seguidos[3], ver corpos Cis que se sentem confortáveis em performar um gênero que não lhes “pertence” – seja no carnaval, seja em aplicativos como o FaceApp, ou em circunstâncias de puro entretenimento é também no mínimo instigante, quando não, paradoxal.

Há um acordo autoritário e violento que autoriza o corpo Cis a se modificar ao seu “bel prazer”; desde que essa modificação não o descaracterize enquanto corpo Cis. Ou seja, essa autorização é transfóbica; e precisamos pensar sobre o quanto legitimamos essas práticas.

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[…] gênero é a organização social da diferença sexual. Mas isso não significa que o gênero reflita ou produza diferenças físicas fixas ou naturais entre mulheres e homens; mais propriamente, o gênero é o conhecimento que estabelece significados para diferenças corporais […]. Não podemos ver as diferenças sexuais a não ser como uma função de nosso conhecimento sobre o corpo e esse conhecimento não é puro, não pode ser isolado de sua implicação num amplo espectro de contextos discursivos” (Scoot, 1988 apud Nicholson, 2000, pág.10)[4].

Ao longo da construção subjetiva da identidade de gênero, e muito antes de termos consciência sobre como nos reconhecemos no mundo, recebemos informações que direcionam as nossas percepções. Ainda que durante a infância, em que o corpo não apresenta uma estética que o classifica como significativamente diferente um do outro (ou seja, como o que chamam de homem ou de mulher), existe um acordo social que traz elementos de diferenciação para esses corpos. Desde a nomeação do sujeito ainda durante a gestação, que vem acompanhada do discurso e da liberação médica de que é um menino ou uma menina, e desde o momento em que se aceita essa deliberação institucional sobre aquele corpo, cria-se uma identidade que antecede o querer. E dizer que o corpo não apresenta uma estética que o classifica como significativamente diferente um do outro não é sinônimo de dizer que morfologicamente seus corpos sejam iguais; mas quer dizer que essas diferenças não são responsáveis por si só pela construção da identidade que os indivíduos formarão ao longo da vida. É preciso muito mais elementos. E esses elementos geralmente surgem socioculturalmente.

É significativo como o gênero se constrói por meio de discursos e regulações sociais. A artificialidade do que é considerado masculino e feminino destaca-se nas falas e são nos discursos em torno dos corpos que se constroem as expectativas em torno de gênero (Wittmann, 2019 – pág. 105)[5].

Numa organização social que funciona a partir de lógicas hegemônicas, como é o caso do CIStema, que se fundamenta na produção compulsória do binarismo homem/mulher, o não-dito é também binário, é também Cisgênero. Dizendo em outras palavras, numa organização que dispõe os corpos e as identidades em categorias que variam dentro do espectro homem e mulher, não dizer sobre a identidade de gênero é tomar por padrão e por norma o cisgênero.

No ritual de passagem adolescente, alterações corporais irrefreáveis ganham espaço nas vidas de várias pessoas, agregando-se às suas subjetividades. Tornar-se cisgênero acaba sendo, então, um evento inevitável, nem sempre desejável, um modus operandi hormonal inesperado (Hailey, 2014)[6].

Em rodas de conversa, em produções acadêmicas ou em discursos midiáticos, pessoas cisgênero não se autodeclaram como tais. Não precisam e não são impelidas a essa ação. Uma mulher-cis e um homem-cis não precisam se dizer como tais para que suas identidades sejam reconhecidas e validadas. E um episódio em que se verifica esse mecanismo é quando as pessoas ficam “chocadas” ao saberem que uma mulher ou um homem são transexuais e falarem coisas que, ao contrário do que pensam, não é em si um elogio, como “Nossa! Você nem parece trans!” ou, “Se você nunca me falasse, eu jamais desconfiaria que aquela pessoa é trans!”. Essas falas revelam que existe um código que enquadra corpos e subjetividades dentro de um constructo. Quem quebra esse código quebra esse não-dito, do contrário estará surpreendendo o CIStema. A autorização silenciosa, a permissão de ser quem você é sem gerar espantos e a permissão de mudar a sua aparência só é legítima se você for uma pessoa cisgênero. E será tão mais validada quanto mais próximo do modelo e do padrão de beleza que o CIStema observado considerar o ideal.

E nesse espaço do não-dito também está aquilo que consideram, além de aceitável, natural, normal e esperado. A normatividade e a normalização constroem mecanismos de rastreamento, classificação e aprovação dos corpos. Marcas implícitas (como como o discurso individual, as preferências sexuais e atrativas) e explícitas (como a estética, as roupas, a morfologia corporal e a profissão) são vigiadas a partir de um conjunto de regras e dispositivos que categorizam e procuram inserir corpos dentro do discurso sexo/gênero.

Diversas discussões buscam romper com o caráter purista da categoria gênero, que tende a afirmar como masculinas ou femininas aquelas vivências que se alocam em suas determinações biológicas e sociais sem produzir fissuras […], ratificando a colonialidade com que a ciência tem organizado tais definições […] e os riscos da sua universalização […]. Para os homens trans, novos borrões complexificam essa situação. O reconhecimento social como homem está colocado, principalmente, pela (re)produção e performance do gênero masculino baseado no padrão da identidade de gênero cisgênera e da sexualidade heterossexual, o padrão cisnormativo […], ou, adensando a crítica da heteronormatividade, cisheteronormativo (Souza & Iriart, 2018)[7].

Assim, quando se pensa no direito de se expressar com mais autonomia, a pressuposição, considerando o que foi dito aqui, é de que o corpo Cis é um corpo em conformação com o que pretende o CIStema. Pode-se até pensar que é esse corpo, por ser autorizado a existir, que tem o acesso assegurado por onde quer que ande. Mas isso também não é assim. Estar Cis não é o mesmo que poder ser o Cis que se espera de um CIStema.

A construção em torno dos papéis e das atuações esperadas socialmente para cada gênero baseia-se fortemente em estereótipos. Portanto, é uma monológica totalitarista, colonial. O perfil esperado para um homem e para uma mulher são reforçados diariamente pelas construções simbólicas. Seja na literatura, no cinema ou nas demais mídias de entretenimento, existe um perfil que é constantemente produzido e destacado como o desejável. Da mesma maneira, o entretenimento negativizador, ou seja, aquele que negativa a imagem de determinados perfis, como o humor que atua na construção de uma rejeição ou de um ideal de afastamento da imagem do corpo gordo (gordofobia) ou do corpo não heteronormativo (LGBTfobia), por exemplo, são maneiras de construir um perfil a ser seguido e outro a ser evitado. Assim, numa sociedade que materializa o gênero a partir das genitais, qualquer perfil que não se encaixe imediatamente nessa classificação passa com manipulações estético-normalizantes para que possa pertencer a um conjunto aceitável de simbologias que define qual o sujeito que pode ser corporificado. Por exemplo,

pessoas intersexo […], passam por alterações em seus corpos antes mesmo de terem qualquer consciência a respeito de sua subjetividade: estão a mercê das decisões dos pais e dos médicos, pautadas nas convenções sociais a respeito do que seria um organismo masculino e um feminino. Já pessoas transgênero podem ou não recorrer à cirurgia de transgenitalização, como é chamado o procedimento de faloplastia ou vaginoplastia[…]. Para Paul B. Preciado, essas e outras intervenções fazem parte de uma busca da sociedade pela coerência com o discurso cis-hétero-normativo […], uma vez que a própria existência de pessoas transgênero já o coloca em xeque. Por isso, corpos que fogem à regra precisam ser submetidos a ela. Para Preciado, o que chama de “performativos de gênero estão relacionados à linguagem e sua capacidade de definir um corpo como masculino ou feminino, chegando, mesmo, a submetê-los a procedimentos cirúrgicos para adequá-los ao sistema sexo/gênero”[8]

Pessoas cisgênero nem sempre são pessoas conformadas com o CIStema. Essas pessoas muitas vezes se obrigam à essa conformidade pelas próprias pressões sociais que sobre elas atuam. Outras vezes, e eu suspeito de que na maioria delas, o processo de construção identitária pautado no gênero socialmente determinado é inconsciente, ou ocorre sem que os sujeitos humanos tenham autonomia sobre o que em si está sendo produzido a partir dessas identificações. Assim, são corpos impelidos Cistematicamente a se enquadrarem em um modelo que, novamente, pode não depender da sua escolha consciente. E é justamente aqui que se abre a discussão: o corpo Cis, mesmo em não-conformidade com o que esperam dele, está ligeira ou totalmente autorizado a buscar por uma estética de adequação gêneronormativa. Essa adequação muitas vezes é estimulada, patrocinada e valorizada pela cultura, mas com evidentemente é pautada nos interesses capitalistas.

Sobretudo em relação às mulheres, existe uma robusta campanha visível e invisível que cria e sustenta uma pressão estética em torno do gênero, dentro de uma ditadura da beleza, que constrói paranoias acerca do corpo e buscas incansáveis por um padrão de beleza inatingível, mas altamente comercializado. Um dos resultados dessa dinâmica é o adoecimento e a queda da saúde mental dessas pessoas[9] [10] [11] [12]. Essas práticas estéticas mostram a aliança entre um sistema organizacional em torno da identidade do sujeito e um sistema socioeconômico que também organiza a sociedade, e que opera a partir dos indivíduos que nessa sociedade atuam. E uma das dinâmicas mais marcantes entre o âmbito social e o econômico é a importância dada pela busca de um enquadramento.

Como destacado no trabalho de Silva, Souza e Bezerra (2019; pág. 04)[13]:

Jaqueline Gomes de Jesus (2012) propõe alguns avanços na compreensão dessa concepção para além dos marcadores biológicos que serviram de base para o entendimento do gênero como uma categoria diagnóstica, tal como aborda Bento (2015)[14]. Para ela, cisgênero teria um entendimento mais amplo, compreendendo-o como um termo guarda-chuva, ainda que estaria designando as pessoas que se identificam com o gênero que lhes foi atribuído a partir de seu nascimento, mas que não as definiriam como identidades essencializadas (JESUS, 2012)[15]. Transgênero, então, segundo a autora, seria justamente quem foge dessa linearidade imposta pelo determinismo biológico entre identidade de gênero e genitália. Em suma, toda e qualquer pessoa que transcende as normas consagradas de gênero: as pessoas travestis, transexuais e transgêneros, entre outras. Por isso, tanto um quanto outro indicam as experiências de identificações de gênero como quaisquer outras.

Evidenciar que a diferença principal entre cisgeneridade, transexualidade e outras identidades de gênero consideradas dissidentes perpassa um processo social e cultural em razão de uma visão reducionista e estritamente focada no sexo – compreendido como órgão genital – é também promover um diálogo que caminha, num sentido foucaultiano, com vistas a entender que “o corpo não é ‘sexuado’ em nenhum sentido significativo antes de sua determinação num discurso pelo qual ele é investido de uma ‘ideia’ de sexo natural ou essencial”[16].

O ser humano é um organismo biopsicossocial, o que implica dizer que o ser humano atua em mais de uma dimensão existencial que produz o sujeito à medida que esse sujeito se relaciona com outros sujeitos. O organismo biológico, ou seja, o corpo enquanto matéria e algoritmos bioquímicos, se manifesta a partir de produções psicológicas. A realidade e sua compreensão partem da capacidade desse organismo de compreender o que existe nele e o que dele extrapola. Entender-se é entender em partes aquilo que delimita sua existência, o que te toca e te sensibiliza. E o conjunto de organismos, sujeitos em relação, estão dentro de uma construção social, que participa da organização e da sistematização dessas vivências em maior ou em menor grau, variando geográfica e culturalmente num contexto histórico. No contexto ocidentalizado, a reafirmação de um “normal” em detrimento de um “anormal, desviante ou falso” funciona como a grande ferramenta de autorização do corpo Cis.

Por fim, resgatando uma perspectiva histórica acerca da produção clínica dos corpos, pessoas Cis não precisam necessariamente passar por acompanhamento psicológico para realizarem a maioria dos procedimentos médicos/cirúrgicos em seus corpos. Geralmente podem, a depender de sua condição financeira, procurar por profissionais de sua preferência e realizarem tais procedimentos, ao passo que pessoas trans que busquem algum acompanhamento médico que inclua intervenção (hormonais e/ou procedimentos cirúrgicos) deve passar por longos períodos de tratamento, bem como deve receber diagnóstico patologizantes[17]. Isso é uma indicação direta de que perfil está autorizado e que perfil precisa de autorização para ser aquilo que sente e que é.

“o discurso médico reconfigurou-se balizando intervenções sobre os corpos não normativos e a organização de serviços. A conceituação da identidade de gênero e seu caráter imutável tornou-se referência para protocolos médicos para a gestão da intersexualidade e outras condições de discordância entre identidade de gênero e anatomia, como a transexualidade […], sendo este o sinal clínico para a modificação corporal do sexo e critério de acesso à assistência […] a ser verificado a partir de um processo de avaliação psicológica […].

Embora a diretriz clínica internacional atual seja mais flexível, despatologizada[…], tente escapar ao binarismo de gênero e considere a multiplicidade de trajetórias e necessidades de pessoas trans, o acesso à modificação corporal do sexo segue ainda um modelo avaliativo e psiquiatrizado que compreende pessoas trans como portadoras de Disforia de Gênero. No Brasil, igualmente e a despeito do posicionamento do Conselho Federal de Psicologia através da Resolução 01/201866, a assistência é patologizada e centrada no diagnóstico de Transtorno de Identidade Sexual com destaque ao exame da identidade de gênero auto atribuída, o que denota um propósito de regulação das identidades e de normalização dos corpos trans.[18]

A reflexão que fica diz respeito ao esforço que um sistema social precisa fazer para que suas tecnologias de poder sejam implementadas. Sejam essas tecnologias explícitas e/ou implícitas, e sejam elas variáveis sociohistóricamente, o não-dito paradoxalmente diz sobre quais são as normalizações que sustentam essa organização. Questionar-se a esse respeito é correr o risco de se enxergar por outro ângulo, é arriscar-se a ver a sociedade por outra lógica. São devaneios filosóficos que vão em busca das rupturas desse CIStema.

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Andreone T. Medrado
Devaneios Filosóficos

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[1] Para uma consulta rápida sobre os termos, veja: https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2018/03/19/glossario-de-genero-entenda-o-que-significam-os-termos-cis-trans-binario.htm

[2] “A vaidade impulsiona o consumo de cosméticos e de procedimentos estéticos cirúrgicos nas mulheres? Uma investigação exploratória”, por Vivian Iara Strehlau, Danny Pimentel Claro e Silvio Abrahão Laban Neto: https://www.scielo.br/j/rausp/a/6JMHxTWyycNWYPXKcFtRYwv/?lang=pt&format=html

[3] Benevides, B. G. e Nogueira, S. N. B. (2021). Dossiê dos Assassinatos e da Violência Contra Pessoas Trans Brasileiras (Orgs). – São Paulo: Expressão Popular, ANTRA, IBTE. 136p. ISBN: 9786558910138: https://antrabrasil.org/assassinatos/

[4] Citado em: “O Corpo Nasce de uma Identidade”: reflexões sobre a construção do corpo em experiências transgênero, por Izabel Wittmann: https://www.revistas.usp.br/cadernosdecampo/article/view/149227

[5] Ver Wittmann, 2019 – pág. 90-91 [ir para nota 04].

[6] “Tornar-Se Cisgênero”, por Hailey: https://transfeminismo.com/tornar-se-cisgenero/

[7] “Viver dignamente”: necessidades e demandas de saúde de homens trans em Salvador, Bahia, Brasil, por Diogo Sousa e Jorge Iriart: https://www.scielo.br/j/csp/a/Lp4wHx4dhrMnZdqw76mn7MM/?lang=pt

[8] Ver Wittmann, 2019 – pág. 90-91 [ir para nota 04].

[9] Ver Nota 02.

[10] “Imagem corporal e características de personalidade de mulheres solicitantes de cirurgia plástica estética”, por Ana Beatriz Sante e Sonia Regina Pasia: https://www.scielo.br/j/prc/a/NhPggjnLv5tYdVt8pcjjJmc/abstract/?lang=pt

[11]“Cirurgia plástica e transtornos alimentares”, por Táki Athanássios Cordás: https://www.scielo.br/j/rbp/a/r9tymYzmy9cS7cYHjLjncRn/?lang=pt

[12]“TRANSTORNO DISMÓRFICO CORPORAL”, por Anna Carolina Vaz do Amaral: http://ediurcamp.urcamp.edu.br/index.php/congregaanaismicjr/article/view/4237

[13]“(Trans)tornando a norma cisgênera e seus derivados”, por Felipe Cazeiro, Emilly Mel Fernandes e Marlos Alves Bezerra: https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/1806-9584-2019v27n254397

[14]BENTO, Berenice. “Determinismo biológico revisitado: Raça e Gênero”. Revista Cult, n. 198, 18/02/

2015. Disponível em https://revistacult.uol.com.br/home/determinismo-biologico-revisitado/. Acesso

em 24/04/2019. (Citado na página 4 do texto da Nota 13).

[15]JESUS, Jaqueline Gomes de. Orientações sobre identidade de gênero: conceitos e termos. Brasília:

Autor, 2012. (Citado na página 4 do texto da Nota 13).

[16]BUTLER, Judith. Problemas de Gênero: feminismo e subversão da identidade. Trad. de Renato

Aguiar. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003 (pág. 137) [citado na página 4, do texto da Nota 13).

[17]Livro “Transfeminismo”, por Letícia Carolina Pereira do Nascimento. Selo Sueli Carneiro – Editora Jandaíra 1, 191p.

[18] “Gênero, direitos sexuais e suas implicações na saúde”, por Romeu Gomes, Daniela Murta, Regina Facchini e Stela Nazareth Meneghel: https://www.scielo.br/j/csc/a/rWF4kWq4ShjdXGghXY7BFwt/?lang=pt